domingo, 26 de abril de 2009

velas em verdes contraventos

Seção EcoMaris Geral

1 - Apresentação
EcoMaris é uma organização sem fins lucrativos que trabalha na sensibilização e educação sobre o meio ambiente através de projetos de campo, concretizados nos mais diversos e remotos lugares do planeta.
Valorizamos uma educação alternativa e global para encarar os desafios atuais. No momento, três são os componentes priorizados:

* A vertente ambiental ERAmazônia oferece expedições realizadas em um barco típico na Amazônia brasileira, que permite desenvolver uma compreensão sistêmica da realidade desta região. Essas viagens são destinadas principalmente a estudantes universitários, mas também estão abertas a outros tipos de grupos.

* Vertente Campus Global é uma experiência a bordo de um veleiro oceânico moderno, que oferece formação abrangente, utilizando os recursos da vida a bordo e do oceano como uma ferramenta de aprendizagem e pedagogia.
Esta formação é destinada principalmente a alunos matriculados nos mestrados em diversas universidades do Quebec, mas também será aberto a empresas que queiram consolidar e desenvolver a força de suas equipes para potencializar as competências pessoais e profissionais dos seus colaboradores.

* Vertente Animação Sem Fronteiras é uma formação teórica oferecida às pessoas que já trabalham no ecoturismo e que pretendam atualizar os seus conhecimentos em matéria de ambiente e de animação.


2 - Organização

História

Desde 1998, Simon Paquin, aventureiro de mares, montanhas e desertos, sonha criar um ambiente educativo no mar, especificamente em um veleiro, que possa levar a juventude do Canadá ao resto do planeta e vice-versa. O meio ambiente em geral e, o marinho em particular formam uma espécie de enciclopédia viva capaz de fornecer recursos vivenciais necessários ao desenvolvimento de uma humanidade em sua potencialidade global, espelhando-se na harmonia e equilíbrio autônomo fundamentais na gestão de uma embarcação oceânica.
Para poder desenvolver este projeto educativo, Simon Paquin lança as bases de EcoMaris com Isabelle Dagenais e Isabelle Therien como colaboradoras de primeira hora. Sem os recursos necessários para o financiamento de um veleiro próprio de imediato, vão buscar o sopro de partida diretamente nos pulmões da terra, em plena Amazônia Brasileira, onde se encantam com os singelos barcos em madeira em suas múltiplas variações locais.
Com estes barcos, ele e sua nova colaboradora, Genevieve Laurin, associam-se a várias organizações da região: Instituto Peabiru, Associação Fotoativa, Integração Comunitária Agroextractivista (ICA), Projeto Navegar-Amazônia e a comunidade de Curuçá, desenvolvendo em conjunto vários projetos em campo. Com esses parceiros, e agora com a substancial ajuda de Annie Beliveau, uma doutoranda em Ciências Ambientais especializada na Amazônia brasileira, ÉcoMaris propõe a sua primeira expedição ambiental na Amazônia.
Outro feliz encontro: entre Simon Paquin e Mathieu Chagnon, engenheiro e arquiteto naval. Mathieu também acariciava há muito tempo o sonho de escola de mar e já vinha desenvolvendo um programa, Campus Global, cujas idéias se sobrepõem em complemento às do projeto de Simon. Agora que estes dois apaixonados pelos mares se unem, o sonho da Escola ao Mar toma os contornos de realidade.

MISSÃO
Sensibilizar e educar em prol do respeito à Ecologia e dos Biomas, através de projetos de campo, em águas como em terras.

VISÃO
Servir-se do oceano como ferramenta pedagógica para desenvolver potenciais, interesses, conhecimento geral e motivação individuais.



Vislumbramos...

estudos que façam uma reflexão sobre a totalidade do planeta ;
estudantes equilibrados, dinâmicos e motivados por camaradagem em cada canto do mundo;
cidadãos despertos, engajados e ativos em face aos desafios de sua sociedade;
uma sociedade rica não pelos seus bens materiais, mas pelo seu saber, visão, confiança, experiência, valores e aspirações .

MEIOS PRECONIZADOS
Especializada em Náutica Ambiental, ÉcoMaris trabalha essencialmente no desenvolvimento de uma diversificada gama de projetos pedagógicos intimamente ligados à vida de bordo e a descoberta dos ecossistemas visitados.

VALORES
Compreensão e proteção ambiental
Aprendizado prático
Liderança
Desenvolvimento pessoal
Comunicação
Autonomia psicológica
Valorização da diversidade humana
Juventude como fator autor de mudanças
Incentivo a excelência



CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente
Marc Bélanger
MBA, CMA, Administrador de empresas

Vice-Presidente
Gilles Renaud
Gestor de Projetos


Diretor-Geral e Fundador
Simon Paquin

Administrador
Martin Rousseau
BAA, LLb, MBA

Administradora
Stéphanie Emond
Agente de Desenvolvimento da ACDI - Direção América do Sul

3 – Campus Global

4 - Amazônia

5 - Formação ecoturismo

Programa de Formação de Animação sem Fronteiras

A ÉcoMaris especializada no desenvolvimento de formações destina-se a pessoas que trabalham nas diversas áreas do ecoturismo e querem melhorar suas habilidades e os seus conhecimentos socio-ambientais.
Este programa se inicia com um intensivo teórico de duas semanas em Montreal. Posteriormente, os participantes interessados podem fazer um estágio de campo, em Quebec, Califórnia ou na costa oriental da E.U.A., a fim de pôr em prática os conceitos discutidos.

6 - Junte-se a nós

Seção ERAmazônia

1-Logos

Ao longo dos anos, ÉcoMaris teceu diversos laços com Brasil, desenvolvendo várias parcerias.
O seu projeto emblemático no Brasil, "Expedição Ambiental na Amazônia" envia todos os anos estudantes universitários à Amazônia, com o fim de lhes ajudar a desenvolver por si mesmos uma visão sistêmica da realidade ambiental amazônica.
Nós usamos a abordagem de Educação em Relação ao Ambiente (ERA) a fim de tocar estes jovens, ajudá-los a adquirir uma compreensão holística do meio ambiente e das pessoas que estando nele inseridos, fazem em si parte. Nós apostamos nos nossos jovens como líderes, formadores de opinião, multiplicadores de ações, autores de intervenções ambientais e sociais, sejam no Brasil, Canadá ou quaisquer outras partes do mundo.



2-Programa

Abordagem ERA


“A Educação em Relação ao Ambiente - é esta a dimensão essencial da educação fundamental que diz respeito à nossa relação com o meio ambiente, com esta “casa da vida” compartilhada.
Na dimensão pessoal, a educação ambiental pretende construir uma identidade do ambiente, um sentimento de ser-o-Mundo, uma filiação ao meio, uma cultura de compromisso.
Em uma dimensão comunitária e, em seguida, nas redes de solidariedade , visa promover a dinâmica social para induzir uma abordagem colaborativa e crítica das realidades socioambientais com tomada de decisões autônomas e criativas para responder aos problemas que se apresentem e projetos que venham a surgir.”
Lucie Sauvé, Cátedra de Investigação Canadense em Educação em Relação ao Ambiente, 2007

Retrato e objetivos

O programa ERA Amazônia inclui três partes: uma expedição na Amazônia, por certo, mas também uma formação antes da partida, e ainda outra complementar ao retorno do Brasil.
Durante os meses que antecedem a estadia na Amazônia, os participantes recebem orientação contínua em que se familiarizam com a realidade amazônica e seu meio ambiente. Também participam em dois fins de semana de formação e recebem apoio para as questões sanitárias (vacinas, alimentação, kits de saúde) e de logística de pré-partida (fundos da campanha, visto, passaporte, viagens, equipamentos, etc.). Além disso, tanto antes como depois da expedição, são incentivados a empreender atividades de assimilação cultural (jantar brasileiro, blogs e artigos, projeção de documentários e fotos, conferências, concertos, leituras, etc.) a fim de sensibilizar, atualizar, conceituar e adequar-se sobre a Amazônia, seus meios ambientes, culturais e sociais.

Público Alvo
Destinado a estudantes universitários, nossas expedições ambientais têm como principal objetivo possibilitar que os alunos pratiquem a solidariedade internacional, ao mesmo tempo em que abordamos várias questões ambientais da Amazônia, focalizando-a globalmente.


Objetivos Específicos
- Compreender o funcionamento dos ecossistemas amazônicos
- Reconhecer o impacto das atividades econômicas, sociais e de desenvolvimento regional sobre o ambiente Amazônico
- Despertar o entendimento sobre a gestão dos recursos naturais
- Elevar o debate sobre o desenvolvimento sustentável, comércio internacional, as iniciativas locais e do turismo justo, e solidário na Amazônia
- Estimular o desenvolvimento pessoal e interpessoal, através do trabalho em equipe, reconhecimento de responsabilidades e gerência em contextos desestabilizadores
- Adquirir uma visão holística dos problemas ambientais


Conteúdo
Para a ÉcoMaris, a Amazônia é um microcosmo onde se encontram uma das maiores variedades e quantidades de problemáticas ambientais, sociais e econômicas do planeta. A pobreza e a desigualdade, a desmatamento, as lutas pela terra, a exclusão dos povos indígenas, a perda de biodiversidade, o abuso de recursos (madeiras tropicais, das pescas, minas), problemas de saúde pública e nutrição, para citar apenas alguns, são parte das questões que a região nos propõe.

A Amazônia, com a dialética entre a proteção do ambiente e desenvolvimento, é um local privilegiado para desenvolver uma compreensão dos desafios ambientais do nosso planeta. Por isso, olhar sobre esse caso especial e emocionante como a Amazônia incentiva a reflexão em relação às questões gerais que encontramos no Brasil como no Quebec e em outros pontos do Planeta.
Entre os conceitos que são abordados no programa ERA Amazônia incluem:

- As principais características dos ecossistemas: floresta pluvial tropical, grandes rios, costa Atlântica, manguezais

- A história e o mecanismo de colonização amazônica

- Os principais intervenientes na gestão do território Amazônico (Incra, Ibama, Funai, os Ministérios do Meio Ambiente, da Fazenda, etc.)

- A situação dos povos e nações indígenas

-Presença humana no território (agricultura, exploração madeireira e de mineração, pesca, etc.) e seus impactos sobre o meio ambiente e a população (desmatamento, perda da biodiversidade, contaminação de rios, exclusão dos pequenos agricultores, pescadores, artesãos, etc.)

- As iniciativas de desenvolvimento de comunidades indígenas e organizações locais (Navegar Amazônia, Peabiru, Fotoativa, Grupo ICA, Saúde Alegria, Imazon, etc.)

Os conteúdos são desenvolvidos por Annie Beliveau, doutoranda em Ciências Ambientais pela UQAM, em colaborações com outros especialistas interessados na Amazônia.

Estrutura
As expedições terão lugar em ambas as áreas rurais e urbanas na Amazônia brasileira. A Amazônia é uma região diversificada composta de um mosaico de paisagens, ecossistemas e populações, e nos esforçamos por refletir essa diversidade dentro das nossas rotas e escalas. O acampamento base é o nosso barco, que serve como alojamento (amarramos redes e mosquiteiros, como os locais), refeitório ( um cozinheiro nos prepara lanches e refeições, com ênfase na culinária regional tradicional, seus peixes e frutas tropicais) e meio de transporte. Tudo em clima típico e de baixo impacto.
Durante a nossa passagens nas cidades de Belém e Macapá, o diversificado programa inclui visitas aos mercados exóticos, sítios históricos e parques urbanos, bem como vários workshops com os nossos parceiros brasileiros.
Nas zonas rurais, em cada escala floresta e rio adentro, contamos com a colaboração de monitores brasileiros na organização de atividades educativas, marchas na floresta, encontros em escolas alternativas, visitas aos centros de conservação ecológica ou plantações agrícolas, intercâmbios com pescadores, degustação de alimentos tradicionais da região, circuitos de barco nos manguezais, observação dos golfinhos de água doce entre outras.

A riqueza do programa
A participação no programa ERAmazônia é uma experiência única e recompensadora para os estudantes. Muito mais do que apenas viajar e estagiar na Amazônia, o programa leva os jovens a mergulhar numa nova realidade, afrontando o aprendizado teórico para pôr em prática aquilo que se aprende nos livros. Este despertar da consciência tem sempre impacto sobre os participantes, sobre a sua relação com seu meio ambiente e com o mundo, a sua vida, suas escolhas e seu desenvolvimento geral. O programa ERAmazônia é um marco na evolução dos alunos e é uma inspiração para que se tornem fortes atores de mudança dentro das suas comunidades.


Créditos
O nosso programa está atualmente em processo de credenciamento pelo Ministério da Educação, Desporto e Lazer (MELS) do Quebec. Ele deve ser creditado como curso complementar intitulado “Desafios do planeta 2”.

3-Viagens
As expedições normalmente têm a duração de 3 semanas. Navegamos sobre o rio entre Belém e Macapá. Fazemos escalas para encontrarmo-nos com as comunidades de Bailique, Curuçá, Colares, Cupuaçu, para citar apenas os principais.
As rotas são flexíveis e variam em função das condições atmosféricas, de acordo com o interesse mais ou menos acentuado do grupo para um local em particular, de acordo com as atividades planejadas, e em eventos que se realizam nas comunidades. Afinal de contas, se nós temos um barco é para sermos livres…

Datas para 2009

23 de janeiro a 4 de fevereiro: Especial Fórum Social Mundial de Belém! Viagem aberta a todos!
27 de maio a 17 de junho: Colégio Nouvelles Frontières Gatineau
19 de junho a 10 de julho: Grupo a confirmar - Colegial
17 de julho a 7 de agosto: outro grupo a confirmar


4 – O Barco

MV PASCO NUNES
Comprimento: 22m
Boca: 5,15 m.
Tipo de navio: Gaiola Amazônica
Tripulação: 4
Passageiros: 20
Estaleiro: Mestres Artesanais da Amazônia
Ano: 1996

Histórico:
A embarcação de madeira tipicamente amazônica foi construída há 12 anos, para a ONG Navegar Amazônia (www.navegaramazonia.org.br), graças ao apoio do Ministério da Cultura brasileiro. O MV Pasco Nunes foi concebido para satisfazer as necessidades específicas relacionadas com a sua missão: alfabetização digital e arte-educação através do circo para a inclusão social nas comunidades remotas da Amazônia
A sala de IT, equipada com uma antena parabólica permite comunidades, mesmo as mais remotas, de entrar em contato com o resto do planeta.

Instalações do MV Pasco Nunes

Sobre o convés principal:
A cozinha e a sala de jantar, um grande espaço para pendurar até 20 redes, armários pessoais, dois vestiários e uma cabine dupla à proa.


No convés superior
O laboratório de informática com ar condicionado, ampla torre de observação, as cabines da tripulação e a torre de comando.

No porão
Um grande espaço de armazenamento, para os equipamentos de circo, a antena parabólica e o que mais necessário for.

Segurança
Esta embarcação histórica de dois conveses está perfeitamente adaptada às realidades da navegação amazônica e tem todos os equipamentos de salvamento e de segurança em satisfação os quesitos de homologação e navegação impostos pela Marinha do Brasil.


5- A Equipe

5. 5.1 Pedagogos:

Annie Béliveau, especialista em Biomas Amazonico, Geneviève Laurin, Mestra em Relações Internacionais e Simon Paquin, pedagogo aventureiro unem suas forças para compor esta extraordinária equipe pedagógica.
Eles reuniram seus conhecimentos complementares a fim de desenvolver o programa educativo das expedições ambientais amazônicas. Esta equipe dinâmica e alegre, apaixonados por natureza, aventura e Brasil, desejam descortinar a Amazônia com o olho sistêmico de Blaise Pascal:
“Dado que não podemos ser universais e sabermos tudo que se pode saber sobre tudo,é necessário saber um pouco de tudo. Porque é muito mais belo saber algo de tudo do que saber tudo de uma só coisa; esta universalidade é a mais bonita.”
Os quatro amazonenses do ICA – Alexandre, Felipe, Adriano e Lidiane – são apaixonados pela natureza e por sua região. Profundamente engajados em seu meio, eles nos acompanham em nossas expedições, para completar nossa equipe pedagógica e nos mostrar o cotidiano do seu ponto de vista sobre as realidades socioambientais locais.

5. Logística

José Roberto Lacerda Ramos, mais coloquialmente apelidado Beto, é um homem de idéias. O visionário fundador da Navegar Amazônia é o Diretor de Logística, quem resolve todos os problemas, conhece os recônditos da administração brasileira, quem proporciona enfim que
cada expedição se desenrole impecavelmente. Em poucas palavras, é o dono da situação.

Gavin Andrews é o realizador de ouro que nos segue em nossas aventuras. Cidadão canadense originário de Singapura, ele vive a mais de 8 anos no Brasil, fazendo a ponte entre o Norte e o Sul. Com seu grande conhecimento das realidades socioeconômicas, culturais e políticas da Amazônia, ele aporta um grande aprofundamento às nossas expedições. Câmera, cineasta, fotógrafo, técnico informático, é ele o gestor de nossas delicadas e complexas questões eletrônicas e que levará nossas aventuras à telona.

Manoel do Vale é nosso fotógrafo misterioso de espírito filosófico, que nos convida sempre a ver a vida com outros olhos. Graças à suas fotos nosso espaço virtual espelha com vigor a realidade amazônica.



5.3 Marinheiros

Eis a tripulação que zela por nós dia e noite, que nos conduz pelos meandros fluviais em total intimidade e segurança. Dedicando-se integral e incansavelmente, proporcionam uma expedição verdadeiramente brasileira, navegando sem quaisquer problemas.

Carlos! Carlinhos! Nosso cozinheiro amoroso, que se surpreende que seres humanos podem comer tão pouca carne, incapaz de se imaginar com um tofu em mãos, mas que prepara um tucunaré em dois minutos! Ele que prepara um bom cafezinho quando estamos transpassados de chuva, ou surpreende aquela sede de sol a pino com um bom suco de abacaxi . É um pouco o mascote de bordo, e graças a ele, podemos estar seguros de conhecer todos os boatos da coordenação, carinhosamente alcunhado de “fofoqueiro”.


6 - Admissão

Ao partir para navegar com um grupo, seguimos o conselho do grande navegador francês Éric Tabarly:
“As qualidades humanas são necessárias para que a vida do grupo se passe sem grandes problemas. É necessário um caráter agradável, dotado de bom humor, que leve bem as brincadeiras, capaz de aceitar uma chamada de atenção; estão absolutamente em desacordo os carateres sombrios, completamente inconvenintes.
É também preciso que eles sejam capazes de se dedicar ao bem comum e aceitar sua parte de tarefas sem que seja necessário estar implorando. Precisamos ser capazes de fazer concessões para não incomodar os outros e, em particular, respeitar o descanso alheio. A vida em comum é feita de mil pequenos nadas que fazem com que alguns indivíduos sejam sociáveis e outros não. ”

Eis nossa filosofia inicial.

Vamos agora às condições específicas:

Para participar de uma Expedição Ambiental com um Cégep:

Estar inscrito em tempo integral no Cégep participante
Compreender nossos princípios de seleção
Estar inscrito no curso complementar “Desafios Planetários 2” na turma invernal
Arcar com os custos ligados à Expedição

De acordo com a demanda, procederemos a uma seleção visando criar um grupo heterogêneo, composto por estudantes com diferentes personalidades, potenciais e interesses complementares.

Para participar de uma Expedição Ambiental com outro tipo de grupo:

Fazer parte de um grupo já constituído
Compreender nossos princípios de seleção
Haver um notável interesse pela Amazônia, pela aventura, pelo Meio Ambiente, pela conquista de novos conhecimentos
Ter o espírito aberto e desarmado às diferenças e ao desconhecido
Arcar com os custos ligados à Expedição



7 Parcerias

Instituições brasileiras
Instituições canadenses
Meios de comunicação
Técnicos